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7 de fev. de 2013

ASSINE A PETIÇÃO

Vamos conseguir 1.360.000* assinaturas (1% do eleitorado nacional), levar esta petição para o Congresso e exigir que os Senadores escutem a voz do povo que os elegeu. 

Segundo nossa Contituição“A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles”. 

Infelizmente essa ferramenta popular foi criada apenas para propor leis e com requisitos tão complexos que quase ninguém consegue fazer uso dela. Mas se 1.360.000 se juntarem a nós, poderemos causar um rebuliço na mídia, desafiar as restrições desta Iniciativa popular e exigir a revogação do presidente do Senado, Renan Calheiros. Vamos usar o poder do povo agora para exigir um Senado limpo.


2 de fev. de 2013

A notícia mais esperada dos últímos 56 anos

“Estou encerrando a minha vida na área Legislativa”, anunciou. Sarney explicou que agora vai se dedicar aos livros e concluir sua autobiografia.


Trocando o 6 por meia duzia...

Crimes de que Renan Calheiros é acusado podem render até 23 anos de prisão.

Se o STF (Supremo Tribunal Federal) aceitar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), Calheiros será julgado e esses crimes podem render uma pena de até 23 anos de prisão. 
A pena por peculato, que é o desvio de dinheiro público, vai 2 a 12 anos de cadeia; no caso de falsidade ideológica, vai 2 a 5 anos; e, por fim, usar documento falso prevê de 2 a 6 anos de cadeia. Isso sem contar a multa que Calheiros terá que pagar, se condenado, aos cofres públicos.

1 de fev. de 2013

ALGUÉM LEMBRA DESTE INDIVÍDUO?

Ex-senador teve recurso negado em processo disciplinar do qual é alvo



O ex-senador Demóstenes Torres, procurador de Justiça de Goiás afastado do cargo, sofreu mais uma derrota ontem no Conselho Nacional do Ministério Público. Por unanimidade, o conselho rejeitou seu recurso e prorrogou as investigações contra ele por mais dois meses. Caso o processo disciplinar não seja concluído nas próximas semanas, ele poderá voltar a exercer suas funções no Ministério Público até o final de março.

- Não há omissão, contradição ou obscuridade a ser esclarecida - afirmou o relator do caso, Jeferson Luiz Pereira Coelho, ao rejeitar o recurso em que Demóstenes pediu esclarecimentos sobre aspectos do processo que tramita contra ele no conselho.

Demóstenes teve o mandato cassado ano passado a partir da revelação, pelo Globo, do conteúdo de comprometedoras conversas do então senador com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Demóstenes é acusado de fazer lobby, vazar informações sigilosas e receber dinheiro de Cachoeira, condenado por corrupção de agentes públicos e formação de quadrilha, entre outros crimes ligados à exploração ilegal de jogos. (O Globo)